Que tal um pouco de reflexão para um bom começo da semana?
Numa sociedade na qual se busca banir o preconceito se separa um dia para a marcha de pessoas consideradas “diferentes”.
A partir desse momento se cria uma bifurcação de caminhos perigosa. Podemos tanto aceitar que existem pessoas diferentes como podemos achar que as pessoas ditas diferentes devem ser tratadas de um modo diferente, terem um local de convívio diferente, ter um circulo de amizade diferentes, etc. Nesse caso, invés de banirmos as barreiras, podemos acabar criando um apartheid as avessas onde aqueles que deveriam querem a inclusão acabam por gerar a exclusão!
Todas as pessoas são diferentes à sua maneira, cada uma tem a sua história, seu amores, suas dores e suas qualidades. Não é a cor ou a opção social ou qualquer outra coisa que as distinguem, mas sim quem elas são!
Acredito que não precisamos de passeatas o que precisamos na realidade é ver que se não somos iguais nem mesmo aos nossos pais que nos deram a vida então não seremos iguais a ninguém mais, mas essa é a beleza da vida, afinal é isso que nos torna especiais!
Somos diferentes porque temos nossos gostos, fazemos nossas opções, buscamos e recebemos informações, conhecemos pessoas e tomamos mais milhões de atitudes que acabam por gerar uma combinação única de gostos, situações e escolhas.
Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: Quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso, fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Fazer papel pequeno não serve ao mundo. Não há iluminação em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguros ao seu redor. Todos nós somos feitos para brilhar, como fazem as crianças. Nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. Não é apenas em alguns de nós, está em todos.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. Quando nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta os outros.
Profundo, não? Escrito por um velho amigo.
Em breve informações sobre o ReenCARNA!
Abraços.






Como poderíamos interpretar o tema do EME deste ano: “Estar no mundo sem ser do mundo”? Este tema foi o tema do nosso sábado. Complexo, não?




